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Pelo menos nesse espaço posso expressar as idéias que parecem malucas. Afinal, porque termos medo de sermos malucos se todas as grandes personalidades da história foram consideradas malucas em seu tempo.


5 de agosto de 2007

SALVE O NOSSO FUTURO

Nos últimos dias vem ganhando um grande espaço na mídia a questão da violência infanto juvenil. O que de fato é uma situação altamente preocupante. Nossos filhos não estão mais protegidos se quer na escola. Além do mais, não importa se são escolas particulares ou públicas, ou a que classe pertence. É uma situação real.
Porém, o enfoque que vem sendo dado a questão da delinqüência juvenil como um problema de policia é muito simplista. Essa questão é apenas a fachada do problema que nossa sociedade construiu a muitos anos. Por detrás esta toda a violência que a sociedade convive com ela; o jovem violento não nasceu violento, mas foi a vida numa sociedade violenta que o fez violento. Ou nos não consideramos que o desemprego é uma forma de violência; que as formas desumana de vida não possibilite a criação do jovem violento; que os programas televisivos, infantis inclusive, não divulga as mais diversas formas de violências.
Há falta estupenda de educação dos pais que os faz utilizar métodos na educação de seus filhos que não são utilizados mais nem para adestramento de cão. Queremos o que? Diz o adágio popular que ‘quem planta vento colhe tempestade’. Numa sociedade que violenta nossos filhos tem grandes chances de se tornarem violentos.
Nós, cidadãos em geral, que somos os culpados. É com a educação e a melhoria nas condições de vida que vamos combater a violência. Tratar a violência infanto juvenil como um caso de policia, é tratar da febre sem curar a infecção. Violência é sintoma de uma doença crônica que nossa sociedade não infernou corretamente, agora temos que cobrar de quem é de direito tomada de posições concreta que combata as causas da violência infanto juvenil. E de nossa parte, o que fazer? Talvez escola de pais, a retomada do antigos clubes de mães sejam iniciativas que podem ajudar a combater o mal pela raiz. Algumas coisa concreta tem que ser feita urgentemente e não podemos esperar muito do poder público.

José Lauro Martins, educador.

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