Essas manifestações tem muitas faces. Grande parte desses que estão nas ruas não viveram o tempo em essas manifestações eram comuns. O PT foi forjado nas manifestações de rua, depois foi para o governo. De certa forma atendeu ao anseios da população e as manifestações deixaram de existir. A qualidade de vida melhorou, o poder aquisitivo melhorou, a saúde e a educação também, só que quando se tem mais não se quer alguma coisa que apenas "melhorou".
Por outro lado, temos a imprensa que só tem "valor" jornalístico se for desgraça. Nenhum compromisso de nação, nem sequer lembra que esses veículos são concessões públicas, nenhum compromisso com a verdade ao menos que se ela não for a que eles querem. Protege até as ultimas consequências os seus deputados e senadores, até porque boa parte deles são donos de veículos de imprensa. Se um governo diminui os contratos de publicidades chove de matérias ruins. Ou seja, a única maneira de um governo mostrar a população o que está fazendo para melhorar a vida do povo é com matérias pagas. Assim, o Congresso é brindado porque é em grande parte dono desses veículos. O que escapa é o que esses canais consideram que dá audiência e daí os fatos são moldados para que dê pareçam verdades. O judiciário não é mais uma caixa preta, é um imenso baú muito bem protegido pelo senhora imprensa. Até mesmo juízes considerados improdutivos são catapultados a herói. Mas a vidraça é executivo. Porque? porque esse é o poder que chega mais perto do povo. Tudo é culpa do executivo e nunca, jamais lembram que o executivo é um dos três poderes. Ao contrário, em vez de defender a independência dos poderes, ataca violentamente a essa independência porque que essa é a alma da democracia ao por na conta do executivo todos as mazelas da política.
Ao contrário, precisamos de um executivo forte que não envergue ao desejos dos personalistas do parlamento e nem ao desejo de vingança que permeia o judiciário. Em países que o executivo é de fato forte até mesmo ministro são de carreira de Estado e não deve favor político ou financeiro para nenhuma rede de televisão, empreiteira ou um político qualquer.
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