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Pelo menos nesse espaço posso expressar as idéias que parecem malucas. Afinal, porque termos medo de sermos malucos se todas as grandes personalidades da história foram consideradas malucas em seu tempo.


18 de junho de 2013

Manifestações? Sim mas a favor ou contra? 1

Essas manifestações tem muitas faces. Grande parte desses que estão nas ruas não viveram o tempo em essas manifestações eram comuns. O PT foi forjado nas manifestações de rua, depois foi para o governo. De certa forma atendeu ao anseios da população e as manifestações deixaram de existir. A qualidade de vida melhorou, o poder aquisitivo melhorou, a saúde e a educação também, só que quando se tem mais não se quer alguma coisa que apenas "melhorou".
Por outro lado, temos a imprensa que só tem "valor" jornalístico se for desgraça. Nenhum compromisso de nação, nem sequer lembra que esses veículos são concessões públicas, nenhum compromisso com a verdade ao menos que se ela não for a que eles querem. Protege até as ultimas consequências os seus deputados e senadores, até porque boa parte deles são donos de veículos de imprensa. Se um governo diminui os contratos de publicidades chove de matérias ruins. Ou seja, a única maneira de um governo mostrar a população o que está fazendo para melhorar a vida do povo é com matérias pagas. Assim, o Congresso é brindado porque é em grande parte dono desses veículos. O que escapa é o que esses canais consideram que dá audiência e daí os fatos são moldados para que dê pareçam verdades. O judiciário não é mais uma caixa preta, é um imenso baú muito bem protegido pelo senhora imprensa. Até mesmo juízes considerados improdutivos são catapultados a herói. Mas a vidraça é executivo. Porque? porque esse é o poder que chega mais perto do povo. Tudo é culpa do executivo e nunca, jamais lembram que o executivo é um dos três poderes. Ao contrário, em vez de defender a independência dos poderes, ataca violentamente a essa independência porque que essa é a alma da democracia ao por na conta do executivo todos as mazelas da política.
Ao contrário, precisamos de um executivo forte que não envergue ao desejos dos personalistas do parlamento e nem ao desejo de vingança que permeia o judiciário. Em países que o executivo é de fato forte até mesmo ministro são de carreira de Estado e não deve favor político ou financeiro para nenhuma rede de televisão, empreiteira ou um político qualquer.

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